Orçar corretamente os insumos, prever os custos e manter a previsibilidade financeira são pilares para qualquer construção sólida (no concreto e no cronograma).
Mas existe uma etapa anterior que poucos exploram com a profundidade necessária: a estruturação orçamentária da base de insumos. É isso que define o volume, os custos e a eficiência do abastecimento em uma obra.
Antes de qualquer coisa, essa base precisa estar alinhada ao fluxo de movimentação dentro do canteiro.
É sobre isso que vamos discutir aqui. Acompanhe!
A base de insumos é o alicerce do orçamento da obra. Ela reúne todos os itens necessários para execução, define quantidades, preços unitários e referências técnicas.
É a partir dela que surgem os custos diretos e indiretos da obra. Desse modo, uma base bem estruturada permite:

Mas a maioria das bases ignora um ponto essencial: como esses insumos chegarão aos seus pontos de uso dentro do canteiro.
Essa omissão compromete todo o planejamento subsequente.
Muitos orçamentos prevêem a quantidade de insumos com exatidão milimétrica. Por outro lado, ignoram completamente como esses insumos vão circular até o ponto de uso. Não consideram:
O resultado? Equipes esperando material, pavimentos ociosos, cronogramas atrasados e retrabalhos motivados por improvisos inseguros.
Planejar o fluxo é tão essencial quanto planejar o insumo. Neste ponto, os mestres de obras precisam de muita atenção para antecipar a estratégia de transporte interno desde a base do orçamento.
Obras que integram soluções como gruas ascensionais, balancins elétricos e escoras metálicas desde o início têm ganhos claros:
Não incluir o transporte vertical no planejamento compromete o ritmo da obra, aumenta os custos indiretos e expõe a equipe a riscos desnecessários.
Vamos falar sobre isso com mais detalhe a seguir.
Esse é o ponto-chave para engenheiros e diretores técnicos: não planejar o transporte é aceitar custos (não tão) invisíveis:
Esses impactos afetam diretamente a tomada de decisão estratégica. Mas temos uma boa notícia: tudo isso pode ser evitado com equipamentos confiáveis para o canteiro.
Mesmo com uma base de insumos tecnicamente precisa, a ausência de soluções logísticas torna esse planejamento parcial e arriscado.
Obras que integram esses elementos desde a fase orçamentária colhem vantagens evidentes, tais como:
Esses fatores impactam diretamente a produtividade, a segurança e a previsibilidade do cronograma. Veja alguns exemplos de soluções que devem constar na fase inicial do planejamento:
Soluções como essas precisam estar no orçamento como parte da estratégia.
Uma base eficiente exige organização e aderência à realidade da obra. Como vimos até aqui, os passos essenciais incluem:

Uma Base de Insumos Orçamentária eficiente precisa estar conectada à realidade da execução, prevendo o fluxo de materiais e a infraestrutura necessária para manter o ritmo produtivo.
Na C3 Equipamentos, acreditamos que planejamento e produtividade começam com a inteligência de circulação de materiais e pessoas. Por isso, fabricamos soluções que antecipam gargalos, não os enfrentam.
Solicite um orçamento e integre o transporte vertical ao seu planejamento.
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